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Arquivo 2005-2006

  • TV Gazeta: Feiras e Negócios TV Gazeta, Feiras e Negócios, Março de 2006 
    Postado em 24 de jan de 2012 19:54 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎
  • Primeiro grupo do Salvador Para Você avalia como excelente a infra-estrutura da cidade SBCB (Salvador-BA) 08/05/200608 de maio de 2006"Excelente infra-estrutura para a realização de eventos". Assim avaliaram Salvador os presidentes de entidades nacionais que visitaram a ...
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  • Empresas de telefonia e agência não garantem bloqueio total de celulares Gazeta do Povo (Curitiba-PR)  19/05/2006 Brasília e Curitiba – As empresas de telefonia celular e os técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vão utilizar diferentes soluções técnicas ...
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TV Gazeta: Feiras e Negócios

postado em 24 de jan de 2012 16:28 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:54 atualizado‎(s)‎ ]


TV Gazeta, Feiras e Negócios, Março de 2006 


Primeiro grupo do Salvador Para Você avalia como excelente a infra-estrutura da cidade

postado em 24 de jan de 2012 16:24 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:53 atualizado‎(s)‎ ]


SBCB (Salvador-BA) 08/05/2006

08 de maio de 2006

"Excelente infra-estrutura para a realização de eventos". Assim avaliaram Salvador os presidentes de entidades nacionais que visitaram a capital baiana no período de 27 a 30 de abril, dentro do programa Salvador Para Você, promovido pelo Convention Bureau e que tem por objetivo fazer com que os convidados vivenciem a cidade e decidam por ela para sediar seus eventos.

"Salvador apresenta estrutura e equipamentos necessários para a realização de grandes eventos", afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Zootecnia, Roberto Germano Costa, ressaltando o profissionalismo e a competência dos baianos.

Durante três dias, os dirigentes conheceram a infra-estrutura de Salvador para realização de eventos e congressos nacionais e internacionais, os serviços prestados pelos mantenedores do Convention, além da agenda cultural e de lazer da cidade.

"Embora Salvador seja uma cidade conhecida, não tinha uma idéia concreta dela até esta visita", revelou o presidente da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica, Antonio Carlos Araújo de Souza. "Infelizmente, nos congressos, conhecemos basicamente o aeroporto e o hotel", assinalou, elogiando a iniciativa que permitiu ter uma visão geral e real da cidade.

Já o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, Antonio Eduardo Neger, destacou o desejo que a Bahia desperta no brasileiros. "A divulgação do destino Bahia em diversas mídias de São Paulo faz com que esta seja naturalmente objeto de desejo dos viajantes, seja por suas características turísticas como pela sua invejável infra-estrutura e capacitação profissional, como pudemos constatar nesta visita", acentuou.

O próximo grupo do Salvador para Você está previsto para os dias 25 a 28 deste mês. A expectativa é colocar o programa em prática até novembro.

Assessoria de Imprensa SBCB

Bloqueio de celulares em presídios do País é obsoleto, diz Depen

postado em 24 de jan de 2012 16:20 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:53 atualizado‎(s)‎ ]


Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 15 de maio de 2006 às 15h58
Atualizada em 16 de maio de 2006 às 10h35


São Paulo - Departamento Penitenciário Nacional informa que atualização de redes deixou sistemas de bloqueio de celulares obsoletos.

A maior parte dos sistemas de bloqueio do uso de celulares em presídios e casas de detenção do País está obsoleta, informou o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) ao IDG Now! nesta segunda-feira (15/05).

Segundo um levantamento do órgão, os Estados que adotam bloqueadores de celular são Espírito Santo (uma penitenciária), Rio de Janeiro (cinco penitenciárias), São Paulo (oito penitenciárias) e Bahia.

Entretanto, a maior parte destes presídios adotou sistemas de bloqueio a partir de setembro de 2002, quando foi aprovada a Norma de Uso do Bloqueador de Sinais de Radiocomunicações (BSR) pela Anatel.

"O princípio do bloqueio é gerar um sinal, por meio de uma antena instalada internamente no presídio, que interfere na freqüência da rede celular e que seja mais forte do que o sinal da operadora", explica Eduardo Neger, engenheiro especializado em bloqueio de redes móveis da Neger Telecomunicações.

Com a entrada das redes GSM, as antenas de bloqueio voltadas à frequência de 800 MHz, das bandas A e B - tecnologias TDMA e CMDA - tinham de ser atualizadas para cobrir a frequência de 1.800 MHz das redes GSM, demandando um novo investimento por parte dos governos estaduais.

O investimento médio em um sistema de bloqueio para um presídio da capital paulista, por exemplo, é de 150 mil reais por frequência, estima Neger. "O projeto costuma ser mais caro porque o sinal das Estações Rádio-Base na cidade é mais intenso e o posicionamento das antenas nos presídios deve ser ainda mais preciso para não afetar os usuáiros da vizinhança", detalha o engenheiro.

Sistema de localização

Uma opção ao bloqueio de ERBs próximas a penitenciárias de São Paulo, proposto no sábado (13/05) pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado e considerado institucional por advogados especializados em telecomunicações, é o uso de sistemas de localização das operadoras.

"O bloqueio de ERBs é inviável porque pode afetar as comunicações de outros usuários da região do presídio ou no caso de cidades menores, cortar o serviço móvel a toda uma população", afirma Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

Uma opção, segundo Tude, é utilizar os sistemas de localização de celulares (Location Based Services) oferecidos pelas operadoras para detectar aparelhos celulares em funcionamento dentro dos presídios e apreendê-los.

A proposta de bloqueio de ERBs está em discussão entre a Acel (Associação Nacional das Operadoras de Celular) e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo desde 15h30 desta segunda-feira (15/05).

Em entrevista coletiva no último sábado, o secretário de Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa, declarou que, em sua avaliação, o custo do bloqueio do sinal de telefonia móvel em regiões de presídios deve ficar a cargo das operadoras.


Empresas de telefonia e agência não garantem bloqueio total de celulares

postado em 24 de jan de 2012 16:15 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:52 atualizado‎(s)‎ ]


Gazeta do Povo (Curitiba-PR)  19/05/2006 

Brasília e Curitiba – As empresas de telefonia celular e os técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vão utilizar diferentes soluções técnicas para bloquear as transmissões de celular em seis penitenciárias de São Paulo nos municípios de Avaré, Presidente Venceslau, Iaras, Franco da Rocha, Araraquara e São Vicente. Mas os técnicos da agência e das empresas não garantem que conseguirão impedir totalmente as transmissões, apesar de garantirem que vão cumprir a decisão da Justiça que determinou o bloqueio de celulares nos presídios em 48 horas.

Os técnicos das Anatel e das operadoras se reuniram ontem para discutir as soluções técnicas com os representantes da Vivo, Tim, Claro e da Nextel, empresa de trunking. O gerente de Regulação de Serviços Móveis da agência, Bruno Ramos, disse que nas penitenciárias localizadas nas áreas rurais é mais fácil fazer o bloqueio das ligações.

A maior dificuldade para impedir as transmissões nas Estações Rádio-Base – ERBs (antenas) é quando elas têm um tráfego muito grande de ligações, o que acontece normalmente nas cidades.

Especialistas

O bloqueio permanente dos celulares em presídios depende de um projeto específico para cada caso, garantem especialistas em telefonia móvel. “O primeiro passo é verificar as antenas emissoras próximas ao local”, explica Eduardo Neger, engenheiro de telecomunicações.

De acordo com ele, a tarefa exige conhecimentos técnicos altamente especializados e só pode ser feita por profissionais encontrados nas operadoras de telefonia.

“Além disso, é necessário um acompanhamento mensal para ajustar o bloqueio, já que a rede de telefonia móvel está constantemente mudando”, acrescenta Neger.

Existem diversas maneiras de bloquear o sinal de um celular dentro de um presídio – como o uso de materiais que impedem a passagem das ondas, ou desligar as antenas próximas – mas o método permanente mais adequado, segundo os técnicos, é a instalação de equipamentos que emitem ondas na mesma faixa de freqüência do aparelho (De 800 a 900 MHz para CDMA e TDMA e de 900 a 1800 MHz para GSM) o que cria ruídos. Na prática, os celulares dentro da área bloqueada ficam sem acesso à rede. “Mas não dá para fazer isso em 48 horas como o governo quer”, avalia Neger.

Marco Sanchotene com agências


Associação dá suporte a telefone rural afetado por bloqueio de ERB

postado em 24 de jan de 2012 15:56 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:52 atualizado‎(s)‎ ]

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 22 de maio de 2006 às 18h11
Atualizada em 22 de maio de 2006 às 18h17 


São Paulo - Abrater oferece suporte gratuito para usuários do Ruralcel afetados pelo bloqueio de antenas próximas a presídios de São Paulo. 

O bloqueio de estações rádio-base próximas a seis presídios do Estado de São Paulo também afetou alguns usuários do serviço de telefonia fixa Ruralcel, prestado pela Telefônica em áreas rurais.

O alerta foi feito pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Abrater), que decidiu oferecer suporte gratuito aos clientes afetados, por meio de empresas associadas ao Ruralcel.

"O sistema de telefonia rural utiliza uma antena de cerca de 20 metros e uma 'estação celular-fixa' - no  formato de um videocassete - que capta o sinal da antena de telefonia celular e a converte em sinal de telefonia fixa", explica Antonio Eduardo Ripari Neger, presidente da Abrater. 

O custo de instalação do sistema é de 2.500 a 3 mil reais e, segundo a Abrater, hoje deve contar com uma base total de mais de 22 mil usuários.

"O suporte gratuito envolve o redirecionamento da antena do usuário para o sinal de outra ERB, que não tenha sido bloqueada", detalha Neger.

Os municípios de Avaré, Presidente Wenceslau, Iaras, Araraquara, São Vicente e Franco da Rocha afetados pelas medidas tomadas para bloqueio de celulares em presídios.

Procurada pela redação do IDG Now!, a Telefônica disse que não comentará o assunto.

A lista de empresas associadas que oferecem o suporte pode ser consultada no site da Abrater ou pelo e-mail abrater@abrater.org.br .

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