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Arquivo 2001-2004

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Duas empresas têm tecnologia nacional

postado em 24 de jan de 2012 15:48 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:46 atualizado‎(s)‎ ]


Jornal da Tarde, 01 de agosto de 2001

Duas das quatro empresas que farão testes na primeira fase têm tecnologia nacional. A Telsate Telecomunicação Indústria e Comércio tem à disposição três tamanhos de bloqueadores para pequenos, médios e grandes ambientes. A empresa já desenvolveu o sistema para um presídio em uma área rural na Bolívia. O custo foi de US$ 7 mil.

"Mas não podemos falar em custos no Brasil", disse o gerente comercial Pedro Vateresian. Segundo ele, os bloqueadores são aparelhos pequenos que cabem em maletas no estilo 007. O gerente explicou que é necessária a instalação de antenas dentro dos presídios. "Elas podem ser protegidas por vidros à prova de bala."

A outra empresa é a NEGER Telecom, também brasileira. O engenheiro Eduardo Neger ressaltou que tecnicamente existem duas alternativas de bloqueadores.

Uma delas é o estilo gaiola - uma espécie de cerca de arame - em volta dos muros. "Mas isso não tem se mostrado eficiente." A outra é um aparelho que gera ruído e confunde o celular. As outras duas empresas são de tecnologia suíça e israelense.

Anatel faz outro teste para bloquear sinal de celular

postado em 24 de jan de 2012 15:41 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:46 atualizado‎(s)‎ ]

Terça-feira, 23 de Outubro de 2001, 00:04 | Online 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou na última semana o segundo teste de bloqueadores de celular em presídio. Desta vez na zona urbana, onde há maior tráfego de sinais de celulares. 

A bateria de testes ocorreu entre os dias 16 e 18 de outubro no Centro de Detenção Provisória (CDP), em Campinas, no Estado de São Paulo, que faz parte do Complexo Penitenciário de Hortolândia. O primeiro palco dos testes foi o presí­dio localizado na zona rural de Iperó, também em São Paulo. 

Segundo nota divulgada pela Anatel, equipamentos do fabricante Neger Telecom, de Campinas, foram experimentados. No total, serão usados equipamentos de 12 fabricantes, mas a Anatel não divulga o cronograma dos testes por motivo de segurança.

O órgão regulador também não informou o resultado da experiência, mas ressaltou que foi considerada de grande importância, uma vez que o CPD de Campinas fica na área urbana, próximo a préios comerciais e residenciais, com grande número de torres de transmissão dos sinais dos celulares. 

O presí­dio abriga 890 detentos e ocupa uma área de 7,9 mil metros quadrados. Segundo a Anatel, foram detectados sinais dos celulares nas banda A e B e também do Serviço Móvel Especializado (SME), mais conhecido como trunking. 

As torres mais próximas estão a uma distância que varia de aproximadamente um quilômetro a dois quilômetros do CPD. A nossa preocupação nem é com o nível de ruí­do que o equipamento bloqueador vai gerar, mas com a manutenção da qualidade do sinal do serviço móvel nos limites externos da prisão, disse o gerente de Fiscalização da Anatel em São Paulo, Roberto Freitas Moraes. 

Uma das determinações da Agência é que os bloqueadores não criem área de sombra (onde o sinal não chega) fora dos presídios, prejudicando o uso dos celulares pelos cidadãos comuns.

Anatel testa novo bloqueio de celular em presídio de Campinas

postado em 24 de jan de 2012 15:20 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:45 atualizado‎(s)‎ ]

Por IDG Now! - Publicada em 23 de outubro de 2001 às 12h12 

Três semanas após a realização do primeiro teste com equipamento bloqueador de sinais de celulares, o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas, localizado no Complexo Penitenciário de Hortolândia, foi palco da segunda rodada de avaliações conduzidas pela Anatel entre os dias 16 e 18 deste mês.

Os testes se limitaram a uma das 12 alas do CPD de Campinas e, mais uma vez, resultaram em indicadores positivos para aprofundamento das análises oficiais sobre uma futura adoção dos sistemas nas penitenciárias brasileiras.


Desta vez, foram testados equipamentos da fabricante Neger Telecom, de Campinas. O primeiro teste, em Iperó (SP), utilizou equipamentos do fornecedor Telsate Telecomunicações Indústria e Comércio de São Paulo. No total, 12 fabricantes se credenciaram para os testes, cujo cronograma de realização é mantido sob sigilo, por motivo de segurança.

O CPD abriga 890 detentos e ocupa uma área de 7,9 mil metros quadrados - pouco mais de um quarto da área de 30 mil metros quadrados das instalações de Iperó. As condições climáticas e de tempo nos dois dias de avaliações no CPD foram consideradas perfeitas para a propagação dos sinais.

Foram captados e avaliados sinais das operadoras de telefonia móvel Telesp Celular e Tess, além dos da prestadora de serviços de trunking Nextel. "As emissões de sinal, devido à proximidade das torres, têm nível muito elevado, o que faz dessa avaliação um importante teste sobre a precisão e eficiência dos equipamentos de bloqueio", observou Antônio Ronqui, técnico da Anatel. O CPD de Campinas fica próximo a edificações comerciais e residenciais, com grandes concentrações de estações rádio base (ERBs) nas imediações.

Uso de telefone celular no presídio pode acabar

postado em 24 de jan de 2012 15:11 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 19:47 atualizado‎(s)‎ ]

A Gazeta
A Gazeta (Cuiabá - MT), 24 de Outubro de 2001 

Da Redação 

Fabricante paulista prepara um equipamento que vai bloquear os sinais do aparelho 

O Ministério da Justiça está recorrendo à tecnologia para contornar um problema criado pela corrupção de carcereiros e policiais nos presídios do país. Uma série de testes com equipamentos que bloqueiam ligação celular de dentro dos presídios está sendo realizada neste mês, com aparelhos de 12 fabricantes nacionais.

O uso do celular por detentos já foi denunciado pelo jornal A Gazeta. Traficantes continuam a organizar e a dar ordens para suas quadrilhas e o chamado "partido do crime" (PCC) pode se tornar cada vez mais forte, a partir de ligações de celular para celular.

O engenheiro Eduardo Neger, da empresa Neger Telecom, sediada em Campinas (São Paulo), é um dos fabricantes de equipamentos em fase de teste pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "O princípio é emitir sinais de rádio frequência que vão atuar na mesma faixa da operadora da região", comentou.

O aparelho vai emitir ruídos (interferência) que vão impedir que os sinais do celular cheguem até os presidiários. Os celulares de dentro do presídio devem apresentar a informação "sem serviço".

O grande desafio do fabricante é bloquear as ligações apenas dentro dos muros do presídio, não afetando os sinais para moradores vizinhos. Presídios como o Carumbé e (em breve) o Pascoal Ramos, dentro de bairros populosos de Cuiabá, apresentam sinal de celular mais forte e, portanto, a tecnologia tem que ser mais eficiente.

Neger não oferece detalhes da tecnologia empregada, por motivo de segurança. Mas ele ressaltou que o produto é uma invenção brasileira, apesar de usar componentes de telefonia importados.

De acordo com ele, o sistema é barato (como está em fase de teste, ainda não há valor comercial para o equipamento). Se aprovado pelo Ministério da Justiça, em breve a parafernália pode chegar a Cuiabá.

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