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NEGER Telecom é premiada pela Revista Exame PME

postado em 16 de jul de 2014 16:08 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 16 de jul de 2014 17:32 atualizado‎(s)‎ ]

http://exame.abril.com.br/pme/

Maio 2014 - Pg 50-52
 
A NEGER Telecom foi a vencedora da premiação instituída pela Revista Exame PME da Editira Abril, como negócio que move o país na categoria telecomunicações (Prêmio Sou Empreendedor 2014).



NEGER Telecom destaca-se entre as empresas que colaboram para superar o gargalo das telecomunicações no Brasil

postado em 27 de jun de 2014 16:52 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 27 de jun de 2014 17:05 atualizado‎(s)‎ ]

Especial | 13/06/2013

São 5 negócios, pequenos e médios, que colaboram para superar o gargalo das telecomunicações

Bruno Vieira Feijó, da Revista Exame PME

São Paulo - Celular que não funciona direito, mesmo dentro da cidade. Sinal de TV que falha após uma chuvinha. O acesso à internet é problemático — um estudo das universidades europeias Oxford e Oviedo coloca o Brasil na 38ª posição em qualidade de banda larga numa lista de 42 países.

Segundo a pesquisa, a velocidade, o preço e a estabilidade de acesso da internet brasileira estão em piores condições do que em países como Peru e Argentina. Um dos principais motivos do atraso é bom — muito mais gente tem acesso a serviços de telecomunicações do que antigamente.

Hoje, por exemplo, há mais de um celular por brasileiro. O aumento da demanda revelou deficiências na infraestrutura. Elas atrapalham a vida das empresas e de cidadãos excluídos das vantagens de uma sociedade mais conectada.

O papel dos empreendedores para mudar esse cenário e promover a inclusão digital tem sido determinante. É o que mostra esta reportagem, a quarta da série Sou Empreendedor — Meu Sonho Move o Brasil, sobre como pequenos e médios negócios são necessários para melhorar o Brasil.

Os cinco empreendedores que aparecem nas próximas páginas estão à frente de cinco pequenos e médios negócios que estão crescendo ao fornecer soluções capazes de diminuir os grandes gargalos das telecomunicações. A fluminense Gigalink levou internet de banda larga para a periferia de municípios do Rio de Janeiro, onde as grandes operadoras não tinham interesse em atuar.

A Neger Telecom, de Campinas, no interior paulista, criou um aparelhinho que consegue ampliar o sinal de celular em áreas rurais e regiões afastadas, onde a comunicação só se dava por satélite. A Linktel, de Barueri, em São Paulo, oferece internet sem fio gratuita para a população de cidades onde, muitas vezes, não havia antes nenhuma tecnologia de acesso.

De Palhoça, em Santa Catarina, a fabricante de soft­ware e hardware Cianet está capacitando pequenos provedores de acesso para que eles se transformem em verdadeiras operadoras e possam oferecer a seus clientes combos de internet, telefone e TV, tal qual as grandes companhias do setor.

Em Campinas, a paulista Ícaro Technologies se especializou em fazer diagnósticos de qualidade de redes de telecomunicações. Seu trabalho permite às operadoras monitorar em tempo real eventuais falhas e resolvê-las — ajudando, por exemplo, a restabelecer o sinal de internet, TV e telefone quanto antes. Veja suas histórias.

A última fronteira do celular

Pelo menos três vezes por ano, um grupo de médicos, enfermeiros e outros profissionais sai de Campinas, de São Paulo e do Rio de Janeiro para levar atendimento médico gratuito a tribos indígenas da Amazônia. Eles são integrantes da Expedicionários da Saúde, ONG que levanta barracas nas comunidades ribeirinhas e as transforma por dez dias num pequeno hospital móvel.

O movimento é grande — só para tratamento de catarata são feitas 20 cirurgias por dia. Nesses locais com infraestrutura precária, os celulares são o meio de comunicação mais prático para a equipe da expedição.

"Além de falar com a família, frequentemente precisamos solicitar ajuda para cirurgias mais complicadas, além de comida, remédios e combustível para alimentar o gerador de energia", diz Ryan Ferreira, de 39 anos, engenheiro responsável pela tecnologia das expedições.

Até três anos atrás, o custo das ligações saía muito caro para a ONG — cerca de 3 reais por minuto. É que boa parte das tribos visitadas fica em áreas isoladas em meio à floresta tropical, onde o celular normalmente não funciona. A única transmissão disponível era por satélite.

Agora, sempre que a cidade mais próxima com antena para celular fica a uma distância de até 30 quilômetros, a expedição dispõe de uma alternativa bem mais barata. Trata-se de um kit fabricado pela Neger Telecom, de Campinas, no interior de São Paulo, composto de uma antena compacta e um amplificador de sinal. O aparelhinho capta o sinal de celular da torre mais próxima e o irradia para o entorno.

"Até 20 pessoas podem, simultaneamente, acessar a internet e fazer ligações com seus próprios aparelhos", diz Eduardo Neger, de 39 anos, dono da empresa.

A engenhoca foi desenvolvida há quatro anos com base na experiência de Neger em instalar torres e grandes antenas em fazendas e indústrias afastadas da cidade, como mineradoras e siderúrgicas.

"Percebi que o uso da tecnologia poderia ser popularizado se conseguíssemos criar um kit que pudesse ser despachado pelos Correios e instalado facilmente por qualquer eletricista", diz Neger.

Investimentos em pesquisas e na linha de produção permitiram vencer o desafio. Hoje, os kits de amplificação de sinais telefônicos são vendidos para pronta entrega por cerca de 2.000 reais e ajudaram a empresa a faturar 4,5 milhões de reais em 2012.

Na última década, os celulares vêm se transformando no meio mais rápido e barato de ter acesso à informação. Isso explica, em grande parte, por que mesmo as populações mais pobres do planeta não prescindem do uso do aparelho — tanto para fazer ligações quanto para acessar a internet.

No Brasil, são 262 milhões de linhas ativadas — 1,33 por habitante. No entanto, a falta ou a má qualidade do sinal ainda são recorrentes. O maior vilão é a falta de antenas e torres de transmissão.

"O território brasileiro é 25 vezes maior do que a Itália, mas com o mesmo número de antenas", diz Eduardo Grizendi, professor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), faculdade em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. As operadoras culpam a burocracia.

Estima-se que existam no país mais de 200 leis estaduais e municipais que regulam a instalação de antenas e redes, o que pode estender os prazos de emissão de licenças em mais de um ano.

A tecnologia desenvolvida pela Neger tem uma série de aplicações. Pode ser usada num posto isolado, como uma fazenda, um hotel ou um barco, ou num local onde existam alguns tipos de barreira física que fazem cair as ligações, como elevadores e garagens.

"Meu desejo é desenvolver um aparelhinho que basta ser colocado na janela de casa para fazer chegar o sinal de celular a qualquer cidadão que enfrente esse problema", afirma Neger.
...


Neger Telecom cresce no mercado de telefonia celular

postado em 2 de jul de 2012 14:27 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 2 de jul de 2012 14:29 atualizado‎(s)‎ ]


Mercados | 02/07/2012 05:55
Fabrício Marques, da Exame PME 

Como o paulista Eduardo Neger fez de uma fabricante de chocadeiras uma empresa que cresce ao melhorar a comunicação em locais onde os celulares não pegam.

São Paulo - O engenheiro Eduardo Neger, de 38 anos, está fazendo sua empresa crescer com uma atitude tipicamenteempreendedora nos dias de hoje - identificar oportunidades de negócios que surgem conforme a economia brasileira cresce. Sua empresa, a Neger Telecom, da cidade paulista de Campinas, desenvolve tecnologias que melhoram a transmissão do sinal emitido pelas operadoras de telefonia celular. 

Quase todo mundo já passou por alguma situação em que o celular não funciona, como no elevador ou na garagem de um prédio. "A quantidade de lugares onde o sinal do celular não chega ou chega prejudicado é bem maior do que eu imaginava", diz Neger. "No início, achava que a demanda viria do campo, mas 70% dos nossos clientes estão em cidades."
  
  
No ano passado, a Neger faturou 3,9 milhões de reais - 50% mais que em 2010 - com a venda de aparelhos que melhoram a qualidade do sinal emitido pelas operadoras. Os aparelhos da empresa captam o sinal da torre mais próxima do usuário e o amplifica, permitindo o funcionamento de telefones e da internet.

O uso da tecnologia é amplo. Pode ser num posto isolado, como uma fazenda ou um barco, ou então num local on­de há alguns tipos de barreira física. Além de elevadores e garagens, é o caso, por exemplo, de vários bancos de dados e carros blindados.

Que há demanda para um produto como o que a Neger fabrica, parece evidente - mas isso agora, depois que o caminho entre a ideia e sua execução já foi percorrido. Sua trajetória é inspiradora porque é um exemplo de como a expansão depende de o empreendedor ir bem mais além de enxergar um mercado - ele tem de ser capaz de ver uma necessidade (que, eventualmente, outros também viram), oferecer uma solução e encontrar um jeito de fazer com que as contas fechem no final. 

Até há alguns anos, a empresa vendia seus aparelhos quase que por encomenda. "Não tínhamos escala para produzi-los, o que tornava o produto relativamente caro", diz Neger. Um investimento na linha de produção permitiu passar a produzir kits de amplificação de sinais telefônicos, disponíveis praticamente para pronta-entrega.

Agora, muitos dos novos clientes batem à porta da Neger por indicação das próprias operadoras. Foi a Oi que indicou os serviços da Neger para a rede de hotéis Plaza, que não conseguia oferecer nenhum sinal de celular e internet aos hóspedes de seu resort na serra do Tabuleiro, um parque ecológico na mata Atlântica catarinense. "Os hóspedes ficavam inconformados", diz Eduardo Moura, diretor de tecnologia da rede Plaza. "Depois da instalação do equipamento da Neger, os celulares pegam em 85% da área do resort."

Descoberto o caminho das pedras, Neger encontrou a inspiração necessária para concluir que havia como ganhar dinheiro fazendo exatamente o contrário - e se a lógica de funcionamento dos aparelhos fosse invertida para criar sistemas de bloqueio?

Hoje, a empresa tem como clientes penitenciárias, que precisam impedir que os presos se comuniquem com o exterior, e hospitais, que devem manter silêncio em suas dependências. "Os bloqueadores ainda não geram uma grande receita", diz Neger. "Mas acredito muito no potencial desse mercado."

É a segunda vez que a Neger passa por um momento importante de seu crescimento. Nos anos 80, a empresa era uma pequena fabricante de chocadeiras que atendia muitos produtores de frango no interior de São Pulo. "Eles viviam reclamando da dificuldade de falar ao telefone", diz Neger. "Ao ajudar um cliente a instalar uma antena, enxerguei um grande mercado a explorar."

NEGER Telecom é destaque no Globo Universidade

postado em 18 de fev de 2012 19:33 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 04:24 atualizado‎(s)‎ ]


A NEGER Telecom e seus projetos de Pesquisa e Desenvolvimento foram destaques na edição de 22/10/2011 do programa Globo Universidade. O programa, veiculado em rede nacional pela Rede Globo em TV aberta e pela Globo News e Canal Futura em TV por assinatura, apresentou as pesquisas realizadas por alunos e professores do curso de engenharia elétrica da UNICAMP para melhorar os serviços de telecomunicações no Brasil.


Confira no link abaixo a íntegra do programa:

http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/videos/t/edicoes/v/telecomunicacoes-integra/1670799/

Aparelho vai bloquear o uso de celular dentro do presídio de Caçador

postado em 18 de fev de 2012 19:31 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 04:25 atualizado‎(s)‎ ]


Duração: 02:58

Autor: RBS TV SC

Publicado em: 10/11/11

Categoria: Bom Dia SC

Assista à reportagem exibida no Bom Dia SC em 10/11/2011



Alô, é da fazenda?

postado em 18 de fev de 2012 19:28 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 04:27 atualizado‎(s)‎ ]



Enquanto o governo tenta universalizar a comunicação no campo, produtores saem à caça de alternativas de telefonia e banda largapor Mariana Caetano | Fotos Ernesto de Souza
 

 
O pecuarista Luciano Borges Ribeiro, selecionador de nelore em Uberaba (MG), perdeu as contas de quantos negócios deixou de fechar por falta de um bom serviço de comunicação na fazenda. Era comum ele começar a falar ao celular e a ligação cair ou a voz ir sumindo aos poucos – isso quando o aparelho funcionava. Por tais motivos, há cerca de um ano, Ribeiro resolveu instalar um amplificador de sinal celular no recinto de leilões da propriedade, a Rancho da Matinha. “Muitas vezes, recebíamos técnicos de outras fazendas que, por não conseguirem contato com os patrões, acabavam não dando mais lances de compra”, conta. 

O equipamento ampliou a comunicação no ambiente de remates, mas o pecuarista ainda queria ir mais longe. Ao elaborar com um grupo canadense um projeto que mede a eficiência alimentar de bovinos, Ribeiro decidiu instalar uma torre de comunicação de 36 metros de altura na propriedade de 1,2 mil hectares para ter, além de ligações telefônicas de qualidade, acesso à internet rápida. “Precisamos de conexão 24 horas para enviar dados para o Canadá, e a torre deve estar em funcionamento até junho”, prevê. 

Ribeiro está deixando de fazer parte do enorme contingente da população rural brasileira que dispõe de pouca – ou por vezes nenhuma – oferta de comunicação. Segundo dados de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os mais recentes disponíveis, somente 4% dos domicílios situados no campo têm acesso à internet e outros 9% contam com telefone fixo. Apenas no caso da telefonia móvel os números são menos alarmantes: pouco mais de 50% das residências rurais já possuem celulares – embora, dependendo da região, o sinal seja vacilante. 

“Temos grande dívida com esse setor. Há um atraso em relação à área urbana e queremos começar a mudar isso”, afirma o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Tendo em vista o problema, firmou-se na pauta do governo a discussão sobre a renovação do Programa Geral de Metas de Universalização (PGMU 3), que contemplaria o atendimento das necessidades de telefonia fixa rural e, possivelmente, de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está finalizando um relatório, e as alterações nos contratos de concessão devem ser definidas em junho. Um dos pontos mais importantes do novo PGMU é a destinação da faixa de 450 megahertz (MHz). As principais vantagens da faixa, hoje utilizada exclusivamente pela Polícia Federal, são o maior alcance e a consequente redução do número de torres necessário, o que diminui o custo de operação. ”Estima-se que a liberação da frequência de 450 MHz possa fazer deslanchar 8 milhões de acessos, originados em residências e empresas rurais”, afirma Bernardo. 



O licenciamento da faixa ainda é uma incógnita. A dúvida é se a tarefa ficaria com as grandes concessionárias de telefonia, com a Telebrás (que já manifestou interesse) ou com as operadoras de serviço de comunicação multimídia (SCM), provedores menores de atuação regional. Esta última hipótese é a preferida da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater). “Temos preocupação com o lobby das grandes operadoras de celular, que talvez não venham a cobrir o meio rural da maneira ideal. É preciso definir detalhadamente as áreas de cobertura”, afirma o presidente da entidade, José Orlando Witzler. 

Enquanto não se criam soluções que verdadeiramente universalizem o acesso à comunicação no interior do país, produtores investem de forma individual em novas tecnologias. Uma das alternativas é o amplificador de sinal celular, a aposta de Luciano Ribeiro, de Uberaba. Ele é baseado em uma antena que capta o sinal de uma torre próxima e o retransmite no ar, possibilitando serviços de voz e internet. Esse equipamento sempre foi caro e de grande porte – era parte da infraestrutura das operadoras de celular para cobrir áreas com sinal escasso, como túneis. Mas, há dois anos, surgiram amplificadores de baixo custo e potência, como o da Neger Telecom. “O próprio usuário pode fazer a instalação e o equipamento é pequeno a ponto de poder ser enviado pelo correio”, explica Eduardo Neger, presidente da empresa. 


Na esteira da redução de custos no acesso a telecomunicações, chegou ao mercado brasileiro, no final do ano passado, uma tecnologia alemã que oferece um tipo de estação de rádio base de porte reduzido e mais em conta, destinada a áreas de baixa densidade populacional: a nano-BTS. Esse equipamento, responsável pela conexão entre telefones celulares e operadoras de telefonia, já vinha sendo usado por companhias aéreas que ofertam comunicação a bordo. A tecnologia proporciona serviços de voz e de dados, o suficiente para realizar tarefas cotidianas, como o envio de e-mails. No sistema, telefones celulares funcionam como se fossem ramais móveis de um PABX (central telefônica que reúne todas as chamadas feitas na propriedade), que podem se conectar com o exterior da fazenda através de um satélite. 

A estrutura da nano-BTS é formada por uma miniestação de rádio base, à qual é aplicado um algoritmo de compressão, permitindo que seja possível usar uma banda de satélite muito menor. Assim, o sistema viabiliza o custo do satélite, ainda elevado no país, porque o índice de compressão é 500% maior que o de uma estação convencional. “A grande economia é no operacional, mês a mês, pois o usuário passa a arcar com um custo bem menor de satélite para ter o mesmo tráfego”, diz Roberto Aroso, presidente da consultoria Aroso & De Laurentis, responsável pela comercialização do produto no país. 

De fato, os satélites são peças importantes para dinamizar o acesso às comunicações rurais. Há dois tipos deles: os de baixa órbita e os de órbita mais elevada, chamados de geoestacionários. Os primeiros, mais próximos da superfície terrestre, têm terminais menores, porque é necessário menos potência para alcançá-los. “Esses terminais são equipamentos portáteis que mais parecem telefones celulares”, afirma Ciro Chudo, diretor comercial da Arycom, que representa no Brasil companhias internacionais que trabalham com os dois tipos de satélite. 



Atualmente, um dos maiores clientes da Arycom no país são as Forças Armadas, que utilizam o serviço de satélite especialmente em operações de mapeamento da Amazônia. “A atuação na área rural é uma meta, mas temos um caso ou outro”, afirma Chudo. 

Quem também quer ampliar o leque de clientes do agronegócio é a Hughes, uma das líderes mundiais em comunicação por satélite. Hoje, os usuários do campo representam pouco menos de 10% do faturamento anual da empresa no Brasil – nos Estados Unidos, onde fica a matriz, o segmento responde por cerca de 20% dos ganhos. Para Rafael Guimarães, diretor de marketing da companhia, o satélite oferece um benefício fundamental: a possibilidade de atendimento em todo o Brasil. “E há grande confiabilidade e estabilidade no fornecimento do serviço”, diz. Foi por conta dessas vantagens que a empresa agrícola Irmãos Walker, de Barreiras (BA), decidiu investir na banda larga via satélite oferecida pela Hughes. 

Há quatro anos, a Irmãos Walker iniciou um processo de profissionalização da gestão, mas o serviço de internet que tinha na época não era adequado ao novo modelo de negócio. “O sistema não era otimizado para uso corporativo, então havia dificuldade de compartilhamento da conexão com vários usuários para uso de e-mail e programas de mensagem instantânea”, diz Dalvan Cunha, administrador de sistemas da Irmãos Walker, que cultiva mais de 13 mil hectares de soja e algodão em três unidades, uma na Bahia e duas no Piauí. 

Com a banda larga via satélite, tornou-se possível o gerenciamento on-line da produção, do estoque, das compras e da comercialização, facilitando a tomada de decisão por parte da administração. “Soma-se a isso a telefonia através de VoIP (espécie de telefone via internet) interligando matriz e fazendas, o que gerou uma redução nos custos telefônicos”, explica Cunha. 

Apesar dos benefícios, o valor elevado dos serviços via satélite ainda é um obstáculo para a contratação pelos produtores rurais. Mas essa realidade pode mudar em breve, com a chamada banda Ka. Com a tecnologia atual (em banda Ku), um satélite tem capacidade de suportar um gigabyte por segundo. Na banda Ka, isso é multiplicado por 100. “O custo para se lançar o satélite é o mesmo, mas a capacidade é maior. Assim, o valor de transmissão por informação trafegada é bem reduzido”, diz o diretor de marketing. 

Nos EUA, a Hughes já está vendendo planos com essa tecnologia. Lá, o serviço de um megabyte custa US$ 40 (o equivalente a R$ 64) por mês. “Nós acreditamos que a internet via satélite no Brasil só irá decolar mesmo com a banda Ka, que, quando se tornar viável, deve fazer com que os preços caiam para um quinto ou um oitavo do que são hoje”, prevê Guimarães. A tecnologia só deve ser viabilizada no Brasil em três anos. 

Em intervalo de tempo semelhante, uma outra forma de acesso à internet – mas via rádio – deve ser lançada no mercado brasileiro. O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), de Salvador (BA), em parceria com a Solentech, estuda um chip de banda larga para áreas rurais. A iniciativa é apoiada pelo Programa Estadual de Incentivo à Inovação Tecnológica (Inovatec), que aprovou um aporte de R$ 564 mil para a compra de equipamentos para o projeto. 

Esse chip usa um novo padrão, o IEEE 802.22. Diferente dos que operam em frequências fixas, caso da faixa 450 MHz (aquela que o governo quer tirar da Polícia Federal), esse padrão tem como objetivo usar de maneira inteligente o espectro. “É a chamada tecnologia de rádio cognitivo: há um sensoriamento do espectro, a detecção de que faixa é possível que ele ocupe e, finalmente, o preenchimento”, afirma André Abreu, gerente de negócios do LSI-TEC Nordeste. Assim, para o uso do novo padrão, não seria necessário que a Anatel liberasse a 450 MHz. “Hoje, há vários canais UHF que não são utilizados e esse chip possibilitaria transmissões em um deles. Se uma emissora de TV passa a operar na frequência em que o chip estava atuando, o sistema detecta e alterna para canais ainda disponíveis”, explica Gabriel Fernandes, engenheiro de sistemas do LSI-TEC Nordeste.

Para essa nova tecnologia, a Anatel precisa liberar o uso dos dois serviços, TV e banda larga rural, na mesma faixa de frequência. Além disso, ainda não há no mercado equipamentos disponíveis para o novo padrão: precisam ser desenvolvidos a estação de rádio base e o modem em que o chip será instalado. 

Junto aos esforços privados, o governo indica que seguirá focado em soluções técnicas com qualidade e preço razoável para atender ao campo. O ministro está otimista. “Acredito que em quatro anos vamos avançar significativamente, talvez com metade das famílias rurais atendida por serviços de comunicação”, prevê Bernardo.




Bloqueadores de satélite são pesadelo para transportadoras

postado em 18 de fev de 2012 19:18 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 04:29 atualizado‎(s)‎ ]



Redação do TVB Notícias Campinas - 05/07/2010 - 20h05

Os aparelhos inutilizam as funções dos rastreadores instalados nos veículos

 
 
Os bloqueadores de satélite são equipamentos com venda restrita. A produção no Brasil é feita por apenas 3 empresas que sofrem um rigoroso controle da Anatel. Esses equipamentos só podem ser utilizados em áreas de segurança como prisões, delegacias e para fins militares.


No entanto, os equipamentos caíram nas mãos dos assaltantes de roubam cargas de caminhões. A situação torna mais difícil o trabalho da polícia e, principalmente, das transportadoras. O gasto com segurança chega a 18% do faturamento dessas empresas. Confira essa discussão na reportagem de Aline Ortolan.

Internet de baixo custo para a região amazônica

postado em 18 de fev de 2012 19:16 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 05:20 atualizado‎(s)‎ ]


Tecnologia
João Paulo Freitas
20/06/10 07:20



Apenas 10% dos domicílios da Região Norte possuem acesso à internet, segundo revela a 5ª Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil.

O estudo foi divulgado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic).

No Sudeste, o percentual triplica para 33%. Tais taxas deixam claro o quanto a região amazônica carece de algum tipo de acesso à rede mundial de computadores.

Os principais motivos apontados pelos participantes da pesquisa para a falta de internet nos domicílios é o alto custo (56%) e a indisponibilidade do serviço (30%).

A Neger Telecom, empresa de Campinas (SP) que desenvolve soluções de telecomunicação, parece não se intimidar com as enormes distâncias e a notória falta de infraestrutura da região amazônica. Desde o ano passado vem desenvolvendo o RuralMax Amazônia, produto que visa tornar o acesso à internet mais fácil por lá.

O produto é um desdobramento do RuralMax, voltado à instalação de internet em áreas rurais.

Do campo à floresta

Eduardo Neger, diretor da empresa, conta que a partir de 2000 seus clientes em áreas rurais passaram a demandar não só telefonia convencional, mas também internet.

Muitas vezes, a única opção existente no campo é o uso de satélites, um serviço caro. Segundo o empresário, um link por satélite com velocidade de 128 quilobits por segundo (Kbps), custa R$ 400 por mês. A instalação sobe para a casa dos R$ 2,5 mil.

Foi esse quadro que levou a empresa a criar o RuralMax. A estratégia foi otimizar equipamentos e a infraestrutura de comunicação existentes. Com isso, criou um sistema que capta e amplifica o sinal da rede celular da área urbana mais próxima.

O custo mensal fica na casa dos R$ 50, pagos à operadora de telefonia. Quando há uma rede celular de terceira geração (3G) por perto, a mensalidade é de cerca de R$ 100.

A instalação varia de R$ 750 a R$ 1,5 mil. Em locais com relevo acidentado, a Neger lança mão de transmissão pelas radiofrequências abertas de 2,4 Gigahertz (GHz (usada em redes WiFi) e 5,8 GHz.

Um novo desafio apareceu no caminho da Neger quando um de seus clientes solicitou a instalação do RuralMax em uma propriedade no interior do Amazonas.

Ao chegar lá, a empresa encontrou muitas barreiras, desde a dificuldade de acesso, já que muitas vezes a única opção de transporte são os barcos, até a falta de uma rede elétrica convencional. "O nosso sistema não servia para nada lá", diz Neger.

Foi então que, no meio do ano passado, a empresa partiu para o desenvolvimento do RuralMax Amazônia. O projeto foi contemplado com R$ 1,4 milhão de subvenção econômica da Financiadora de Estudo e Projetos, a Finep.

Para contornar a falta de fornecimento de energia, a Neger tem recorrido a painéis solares fotovoltaicos. A empresa também detectou uma demanda grande por acesso tanto de voz quanto de dados em embarcações na região.

Por isso, ela tem trabalhado em uma solução híbrida reunindo conexões por satélite, rede celular e também por Wi-Fi. "Um sistema como esse precisa perceber qual o sinal existente na região e usar o que tiver melhor qualidade ou menor custo", afirma o empresário.

"Estamos desenvolvendo também softwares e hardwares para otimizar a conexão por satélite. A ideia é utilizar esse tipo de banda o mínimo possível", afirma.

Um dos objetivos é o produto final permitir que proprietários de embarcações possam oferecer acesso à internet como serviço aos passageiros.

"Nossa preocupação é o custo ser compatível com a renda das pessoas da região", conclui.

Empresa leva sinal de telefone para regiões isoladas do País

postado em 18 de fev de 2012 19:13 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 05:21 atualizado‎(s)‎ ]

Terça-Feira, 02 de Fevereiro de 2010 | Versão Impressa

Para crescer, Neger Telecom investe em pesquisa tecnológica

Alexandre Rodrigues

RIO

Onde um galo canta, um telefone toca. Essa é a promessa que os técnicos da Neger Telecom fazem quando alguém procura um dos seus produtos de telefonia rural. A pequena empresa de base tecnológica de Campinas, no interior paulista, está se destacando no segmento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) ao investir na superação de qualquer desafio: levar telefone e acesso à internet a baixo custo a regiões isoladas, que não interessam comercialmente às grandes operadoras de telefonia celular.

A empresa que o engenheiro Eduardo Neger herdou da família desenvolveu uma série de equipamentos, de antenas a roteadores, que permitem esticar a cobertura de celular à propriedades distantes de zonas urbanas. A tecnologia, batizada de Ruralcel, usa antenas de alto alcance para buscar o sinal mais próximo das localidades, geralmente das margens de rodovias. Segundo Neger, os equipamentos conseguem otimizar a captação e alcançar uma zona coberta a até 60 quilômetros de distância. O sinal de tecnologias como GSM e 3G é captado e usado para telefone fixo e internet banda larga nas residências e escritórios de fazendas com tarifas bem próximas à da telefonia convencional.

Os números podem aparecer nas listas telefônicas, o que dá às fazendas números comerciais a um custo bem mais baixo. "Hoje, a grande demanda rural é o acesso à internet. As fazendas estão buscando para cumprir obrigações como a nota fiscal eletrônica", diz Neger.

Fundada em 1987, a Neger era focada em equipamentos agropecuários. O engenheiro começou a se interessar pelas telecomunicações e, em 1993, passou a oferecer serviços de telefonia para os clientes do pai. Aos poucos, foi ganhando mercado no interior paulista. Hoje, se dedica apenas às telecomunicações, e tem clientes em vários Estados. A empresa faturou no ano passado R$ 3 milhões e cresceu 10% em relação a 2008 só com o faturamento de produtos de desenvolvimento próprio.

O diferencial da empresa é oferecer uma solução adequada para cada cliente. Seus técnicos podem ser vistos cruzando de barco rios amazônicos do Pará, mapeando o relevo do cerrado de Goiás ou estudando montanhas do RS.

"Sempre fomos uma empresa de nicho e somos muito focados. Queremos continuar com esse serviço personalizado. Não adianta concorrer com as grandes empresas, não temos escala para isso", diz Neger. Para maquinar as soluções, ele mantém um time de 12 engenheiros de telecomunicações focados no desenvolvimento de novos produtos que podem demandar seis meses de estudos e até sete de testes. No ano passado, a empresa licenciou cinco produtos em três meses.

CRÉDITO

Para financiar as pesquisas, Neger conseguiu um apoio de R$ 1,5 milhão da Finep, agência de fomento à inovação. A oportunidade veio por acaso. Ao assistir a uma palestra sobre empresas que inovam, descobriu que a sua se encaixava na categoria. Mandou um projeto e foi contemplado. Ele também usa crédito do Cartão BNDES para serviços de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) para custear o licenciamento de produtos de prateleira, como os três roteadores 3G que lançou no ano passado. A certificação de cada um pode chegar a R$ 30 mil.

"Não sabia que fazia P&D. Achava que isso era só para quem fica de jaleco branco num laboratório", diz. "Tinha muitas ideias na bancada, mas pensava duas vezes antes de colocar no mercado por causa do custo alto para licenciar. Lançava um e tinha de esperar o retorno do mercado para lançar outro. Agora o gargalo ficou na frente. Pago o financiamento com o retorno do produto."

Empresa de Campinas investe em projeto para levar internet à Amazônia

postado em 18 de fev de 2012 19:10 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 5 de mar de 2012 05:21 atualizado‎(s)‎ ]


Banda Larga - 23/10/2009

FINEP, orgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, liberou quase R$ 1,5 mi

Flávio Paradella

O desafio é levar conexão banda larga para a região amazônica. Uma empresa de Campinas decidiu apostar no projeto.

O investimento será de R$ 2 milhões. A iniciativa do chamado ruralmax amazônia vai durar dois anos.
Com isso, a ideia é implantar a tecnologia de acesso a banda larga.


Fonte: http://portalcbncampinas.com.br/noticias_interna.php?id=25947



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