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Neger Telecom cresce no mercado de telefonia celular

postado em 2 de jul de 2012 14:23 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎


Mercados | 02/07/2012 05:55
Fabrício Marques, da Exame PME 

Como o paulista Eduardo Neger fez de uma fabricante de chocadeiras uma empresa que cresce ao melhorar a comunicação em locais onde os celulares não pegam.

São Paulo - O engenheiro Eduardo Neger, de 38 anos, está fazendo sua empresa crescer com uma atitude tipicamente empreendedora nos dias de hoje - identificar oportunidades de negócios que surgem conforme a economia brasileira cresce. Sua empresa, a Neger Telecom, da cidade paulista de Campinas, desenvolve tecnologias que melhoram a transmissão do sinal emitido pelas operadoras de telefonia celular.

Quase todo mundo já passou por alguma situação em que o celular não funciona, como no elevador ou na garagem de um prédio. "A quantidade de lugares onde o sinal do celular não chega ou chega prejudicado é bem maior do que eu imaginava", diz Neger. "No início, achava que a demanda viria do campo, mas 70% dos nossos clientes estão em cidades."
 
  
No ano passado, a Neger faturou 3,9 milhões de reais - 50% mais que em 2010 - com a venda de aparelhos que melhoram a qualidade do sinal emitido pelas operadoras. Os aparelhos da empresa captam o sinal da torre mais próxima do usuário e o amplifica, permitindo o funcionamento de telefones e da internet.

O uso da tecnologia é amplo. Pode ser num posto isolado, como uma fazenda ou um barco, ou então num local on­de há alguns tipos de barreira física. Além de elevadores e garagens, é o caso, por exemplo, de vários bancos de dados e carros blindados.

Que há demanda para um produto como o que a Neger fabrica, parece evidente - mas isso agora, depois que o caminho entre a ideia e sua execução já foi percorrido. Sua trajetória é inspiradora porque é um exemplo de como a expansão depende de o empreendedor ir bem mais além de enxergar um mercado - ele tem de ser capaz de ver uma necessidade (que, eventualmente, outros também viram), oferecer uma solução e encontrar um jeito de fazer com que as contas fechem no final.

Até há alguns anos, a empresa vendia seus aparelhos quase que por encomenda. "Não tínhamos escala para produzi-los, o que tornava o produto relativamente caro", diz Neger. Um investimento na linha de produção permitiu passar a produzir kits de amplificação de sinais telefônicos, disponíveis praticamente para pronta-entrega.

Agora, muitos dos novos clientes batem à porta da Neger por indicação das próprias operadoras. Foi a Oi que indicou os serviços da Neger para a rede de hotéis Plaza, que não conseguia oferecer nenhum sinal de celular e internet aos hóspedes de seu resort na serra do Tabuleiro, um parque ecológico na mata Atlântica catarinense. "Os hóspedes ficavam inconformados", diz Eduardo Moura, diretor de tecnologia da rede Plaza. "Depois da instalação do equipamento da Neger, os celulares pegam em 85% da área do resort."

Descoberto o caminho das pedras, Neger encontrou a inspiração necessária para concluir que havia como ganhar dinheiro fazendo exatamente o contrário - e se a lógica de funcionamento dos aparelhos fosse invertida para criar sistemas de bloqueio?

Hoje, a empresa tem como clientes penitenciárias, que precisam impedir que os presos se comuniquem com o exterior, e hospitais, que devem manter silêncio em suas dependências. "Os bloqueadores ainda não geram uma grande receita", diz Neger. "Mas acredito muito no potencial desse mercado."

É a segunda vez que a Neger passa por um momento importante de seu crescimento. Nos anos 80, a empresa era uma pequena fabricante de chocadeiras que atendia muitos produtores de frango no interior de São Pulo. "Eles viviam reclamando da dificuldade de falar ao telefone", diz Neger. "Ao ajudar um cliente a instalar uma antena, enxerguei um grande mercado a explorar."

NEGER Telecom é destaque no Globo Universidade

postado em 24 de jan de 2012 19:28 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 21:35 atualizado‎(s)‎ ]


A NEGER Telecom e seus projetos de Pesquisa e Desenvolvimento foram destaques na edição de 22/10/2011 do programa Globo Universidade. O programa, veiculado em rede nacional pela Rede Globo em TV aberta e pela Globo News e Canal Futura em TV por assinatura, apresentou as pesquisas realizadas por alunos e professores do curso de engenharia elétrica da UNICAMP para melhorar os serviços de telecomunicações no Brasil.

Confira no link abaixo a íntegra do programa:


Aparelho vai bloquear o uso de celular dentro do presídio de Caçador

postado em 24 de jan de 2012 19:14 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:05 atualizado‎(s)‎ ]


Duração: 02:58

Autor: RBS TV SC

Publicado em: 10/11/11

Categoria: Bom Dia SC

Assista à reportagem exibida no Bom Dia SC em 10/11/2011



Alô, é da fazenda?

postado em 24 de jan de 2012 18:54 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:05 atualizado‎(s)‎ ]


REPORTAGENS / TELECOMUNICAÇÕES - 04/06/2011

Enquanto o governo tenta universalizar a comunicação no campo, produtores saem à caça de alternativas de telefonia e banda largapor Mariana Caetano | Fotos Ernesto de Souza
 

 
O pecuarista Luciano Borges Ribeiro, selecionador de nelore em Uberaba (MG), perdeu as contas de quantos negócios deixou de fechar por falta de um bom serviço de comunicação na fazenda. Era comum ele começar a falar ao celular e a ligação cair ou a voz ir sumindo aos poucos – isso quando o aparelho funcionava. Por tais motivos, há cerca de um ano, Ribeiro resolveu instalar um amplificador de sinal celular no recinto de leilões da propriedade, a Rancho da Matinha. “Muitas vezes, recebíamos técnicos de outras fazendas que, por não conseguirem contato com os patrões, acabavam não dando mais lances de compra”, conta.

O equipamento ampliou a comunicação no ambiente de remates, mas o pecuarista ainda queria ir mais longe. Ao elaborar com um grupo canadense um projeto que mede a eficiência alimentar de bovinos, Ribeiro decidiu instalar uma torre de comunicação de 36 metros de altura na propriedade de 1,2 mil hectares para ter, além de ligações telefônicas de qualidade, acesso à internet rápida. “Precisamos de conexão 24 horas para enviar dados para o Canadá, e a torre deve estar em funcionamento até junho”, prevê.

Ribeiro está deixando de fazer parte do enorme contingente da população rural brasileira que dispõe de pouca – ou por vezes nenhuma – oferta de comunicação. Segundo dados de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os mais recentes disponíveis, somente 4% dos domicílios situados no campo têm acesso à internet e outros 9% contam com telefone fixo. Apenas no caso da telefonia móvel os números são menos alarmantes: pouco mais de 50% das residências rurais já possuem celulares – embora, dependendo da região, o sinal seja vacilante.

“Temos grande dívida com esse setor. Há um atraso em relação à área urbana e queremos começar a mudar isso”, afirma o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Tendo em vista o problema, firmou-se na pauta do governo a discussão sobre a renovação do Programa Geral de Metas de Universalização (PGMU 3), que contemplaria o atendimento das necessidades de telefonia fixa rural e, possivelmente, de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está finalizando um relatório, e as alterações nos contratos de concessão devem ser definidas em junho. Um dos pontos mais importantes do novo PGMU é a destinação da faixa de 450 megahertz (MHz). As principais vantagens da faixa, hoje utilizada exclusivamente pela Polícia Federal, são o maior alcance e a consequente redução do número de torres necessário, o que diminui o custo de operação. ”Estima-se que a liberação da frequência de 450 MHz possa fazer deslanchar 8 milhões de acessos, originados em residências e empresas rurais”, afirma Bernardo.
  

 
O licenciamento da faixa ainda é uma incógnita. A dúvida é se a tarefa ficaria com as grandes concessionárias de telefonia, com a Telebrás (que já manifestou interesse) ou com as operadoras de serviço de comunicação multimídia (SCM), provedores menores de atuação regional. Esta última hipótese é a preferida da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater). “Temos preocupação com o lobby das grandes operadoras de celular, que talvez não venham a cobrir o meio rural da maneira ideal. É preciso definir detalhadamente as áreas de cobertura”, afirma o presidente da entidade, José Orlando Witzler. 

Enquanto não se criam soluções que verdadeiramente universalizem o acesso à comunicação no interior do país, produtores investem de forma individual em novas tecnologias. Uma das alternativas é o amplificador de sinal celular, a aposta de Luciano Ribeiro, de Uberaba. Ele é baseado em uma antena que capta o sinal de uma torre próxima e o retransmite no ar, possibilitando serviços de voz e internet. Esse equipamento sempre foi caro e de grande porte – era parte da infraestrutura das operadoras de celular para cobrir áreas com sinal escasso, como túneis. Mas, há dois anos, surgiram amplificadores de baixo custo e potência, como o da Neger Telecom. “O próprio usuário pode fazer a instalação e o equipamento é pequeno a ponto de poder ser enviado pelo correio”, explica Eduardo Neger, presidente da empresa.
  
  
Na esteira da redução de custos no acesso a telecomunicações, chegou ao mercado brasileiro, no final do ano passado, uma tecnologia alemã que oferece um tipo de estação de rádio base de porte reduzido e mais em conta, destinada a áreas de baixa densidade populacional: a nano-BTS. Esse equipamento, responsável pela conexão entre telefones celulares e operadoras de telefonia, já vinha sendo usado por companhias aéreas que ofertam comunicação a bordo. A tecnologia proporciona serviços de voz e de dados, o suficiente para realizar tarefas cotidianas, como o envio de e-mails. No sistema, telefones celulares funcionam como se fossem ramais móveis de um PABX (central telefônica que reúne todas as chamadas feitas na propriedade), que podem se conectar com o exterior da fazenda através de um satélite.
 
A estrutura da nano-BTS é formada por uma miniestação de rádio base, à qual é aplicado um algoritmo de compressão, permitindo que seja possível usar uma banda de satélite muito menor. Assim, o sistema viabiliza o custo do satélite, ainda elevado no país, porque o índice de compressão é 500% maior que o de uma estação convencional. “A grande economia é no operacional, mês a mês, pois o usuário passa a arcar com um custo bem menor de satélite para ter o mesmo tráfego”, diz Roberto Aroso, presidente da consultoria Aroso & De Laurentis, responsável pela comercialização do produto no país.
 
De fato, os satélites são peças importantes para dinamizar o acesso às comunicações rurais. Há dois tipos deles: os de baixa órbita e os de órbita mais elevada, chamados de geoestacionários. Os primeiros, mais próximos da superfície terrestre, têm terminais menores, porque é necessário menos potência para alcançá-los. “Esses terminais são equipamentos portáteis que mais parecem telefones celulares”, afirma Ciro Chudo, diretor comercial da Arycom, que representa no Brasil companhias internacionais que trabalham com os dois tipos de satélite.
   

 
Atualmente, um dos maiores clientes da Arycom no país são as Forças Armadas, que utilizam o serviço de satélite especialmente em operações de mapeamento da Amazônia. “A atuação na área rural é uma meta, mas temos um caso ou outro”, afirma Chudo.
 
Quem também quer ampliar o leque de clientes do agronegócio é a Hughes, uma das líderes mundiais em comunicação por satélite. Hoje, os usuários do campo representam pouco menos de 10% do faturamento anual da empresa no Brasil – nos Estados Unidos, onde fica a matriz, o segmento responde por cerca de 20% dos ganhos. Para Rafael Guimarães, diretor de marketing da companhia, o satélite oferece um benefício fundamental: a possibilidade de atendimento em todo o Brasil. “E há grande confiabilidade e estabilidade no fornecimento do serviço”, diz. Foi por conta dessas vantagens que a empresa agrícola Irmãos Walker, de Barreiras (BA), decidiu investir na banda larga via satélite oferecida pela Hughes.
 
Há quatro anos, a Irmãos Walker iniciou um processo de profissionalização da gestão, mas o serviço de internet que tinha na época não era adequado ao novo modelo de negócio. “O sistema não era otimizado para uso corporativo, então havia dificuldade de compartilhamento da conexão com vários usuários para uso de e-mail e programas de mensagem instantânea”, diz Dalvan Cunha, administrador de sistemas da Irmãos Walker, que cultiva mais de 13 mil hectares de soja e algodão em três unidades, uma na Bahia e duas no Piauí.

Com a banda larga via satélite, tornou-se possível o gerenciamento on-line da produção, do estoque, das compras e da comercialização, facilitando a tomada de decisão por parte da administração. “Soma-se a isso a telefonia através de VoIP (espécie de telefone via internet) interligando matriz e fazendas, o que gerou uma redução nos custos telefônicos”, explica Cunha.

Apesar dos benefícios, o valor elevado dos serviços via satélite ainda é um obstáculo para a contratação pelos produtores rurais. Mas essa realidade pode mudar em breve, com a chamada banda Ka. Com a tecnologia atual (em banda Ku), um satélite tem capacidade de suportar um gigabyte por segundo. Na banda Ka, isso é multiplicado por 100. “O custo para se lançar o satélite é o mesmo, mas a capacidade é maior. Assim, o valor de transmissão por informação trafegada é bem reduzido”, diz o diretor de marketing.

Nos EUA, a Hughes já está vendendo planos com essa tecnologia. Lá, o serviço de um megabyte custa US$ 40 (o equivalente a R$ 64) por mês. “Nós acreditamos que a internet via satélite no Brasil só irá decolar mesmo com a banda Ka, que, quando se tornar viável, deve fazer com que os preços caiam para um quinto ou um oitavo do que são hoje”, prevê Guimarães. A tecnologia só deve ser viabilizada no Brasil em três anos.

Em intervalo de tempo semelhante, uma outra forma de acesso à internet – mas via rádio – deve ser lançada no mercado brasileiro. O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), de Salvador (BA), em parceria com a Solentech, estuda um chip de banda larga para áreas rurais. A iniciativa é apoiada pelo Programa Estadual de Incentivo à Inovação Tecnológica (Inovatec), que aprovou um aporte de R$ 564 mil para a compra de equipamentos para o projeto.

Esse chip usa um novo padrão, o IEEE 802.22. Diferente dos que operam em frequências fixas, caso da faixa 450 MHz (aquela que o governo quer tirar da Polícia Federal), esse padrão tem como objetivo usar de maneira inteligente o espectro. “É a chamada tecnologia de rádio cognitivo: há um sensoriamento do espectro, a detecção de que faixa é possível que ele ocupe e, finalmente, o preenchimento”, afirma André Abreu, gerente de negócios do LSI-TEC Nordeste. Assim, para o uso do novo padrão, não seria necessário que a Anatel liberasse a 450 MHz. “Hoje, há vários canais UHF que não são utilizados e esse chip possibilitaria transmissões em um deles. Se uma emissora de TV passa a operar na frequência em que o chip estava atuando, o sistema detecta e alterna para canais ainda disponíveis”, explica Gabriel Fernandes, engenheiro de sistemas do LSI-TEC Nordeste.

Para essa nova tecnologia, a Anatel precisa liberar o uso dos dois serviços, TV e banda larga rural, na mesma faixa de frequência. Além disso, ainda não há no mercado equipamentos disponíveis para o novo padrão: precisam ser desenvolvidos a estação de rádio base e o modem em que o chip será instalado.

Junto aos esforços privados, o governo indica que seguirá focado em soluções técnicas com qualidade e preço razoável para atender ao campo. O ministro está otimista. “Acredito que em quatro anos vamos avançar significativamente, talvez com metade das famílias rurais atendida por serviços de comunicação”, prevê Bernardo.
 

 

NEGER lança kit amplificador para áreas rurais

postado em 24 de jan de 2012 18:47 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:06 atualizado‎(s)‎ ]

Revista RTI - Redes, Telecom e Instalações - Maio de 2011 

          

Problemas na fiação podem provocar choques em equipamentos elétricos

postado em 24 de jan de 2012 18:40 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:06 atualizado‎(s)‎ ]

Redação do TVB Notícias Campinas - 22/12/2010 - 21h12

A descarga elétrica pode ser evitada com cuidados com a fiação

 
Os equipamentos elétricos e eletrônicos exigem um cuidado especial ao longo da vida útil. Eles podem oferecer sérios riscos às pessoas caso não sejam utilizados ou instalados da maneira correta. É preciso ter atenção e verificar se a fiação destes equipamentos se encontra bem encapada e ao mesmo tempo protegida.

O repórter Heitor Freddo acompanhou um engenheiro eletricista até um supermercado e ao centro de Campinas. O engenheiro apontou algumas falhas que precisam ser corrigidas nestes espaços. E a atenção se faz ainda mais necessária nesta época do ano por causa da iluminção de Natal.

Na reportagem você vai ver que medidas simples podem evitar acidentes mais graves, como o que aconteceu com a criança Eloá Ferreira, de apenas 1 ano. Ela morreu depois de receber uma descarga elétrica, ao enconstar numa geladeira de um supemercado de Campinas.

Campo dos Sonhos

postado em 24 de jan de 2012 18:37 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:05 atualizado‎(s)‎ ]


Revista Teletime - Ano 13 - Edição 138 - Novembro 2010


Desde a implementação do modelo atual de telecomunicações, em 1997, pouco ou nada foi feito em relação a uma política para atender às regiões rurais. Dos mais de R$ 8 bilhões arrecadados no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), ou dos cerca de R$ 180 bilhões investidos nos últimos doze anos pelas próprias operadoras, nada foi dedicado a políticas para o campo. O secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, reconhece a responsabilidade do governo e concorda que “a área rural está muda”. “Da privatização até hoje saímos de 4 milhões de celulares para quase 190 milhões de terminais e a área rural ainda não foi atendida. Ela é nossa prioridade”, diz.

Os números comprovam. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2008), do IBGE, a penetração da telefonia fixa não ultrapassa os 7% nos rincões do país, ao passo que 4,5% das residências dessas regiões possuem computadores e somente 2% têm acesso à Internet. Dados mais recentes, de novembro de 2009, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), apontam para algo em torno de 94% de domicílios rurais sem qualquer conexão com a rede. No Brasil, segundo dados do IBGE, há mais de 32 milhões de pessoas vivendo no campo, em cerca de 8,4 milhões de domicílios.

A situação nas escolas não é muito diferente disso: segundo o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), havia em 2008 um total de 86.654 escolas rurais no país, entre as quais somente 22.796 (26,31%) com telefone fixo e 1.003 (1,16%) com banda larga. E é exatamente aí, segundo especialistas, que reside o primeiro obstáculo para a massificação do acesso às telecomunicações nessas áreas rurais: a falta de infraestrutura básica.

Dados do Pnad 2009 revelam que cerca de 41% dos domicílios não possuem sequer rede de esgoto, 31% não contam com canalização interna de água e aproximadamente 3,4 milhões de casas (45%) não têm rede de telefonia. “Instalar rede de esgoto, de energia, de saúde é uma prioridade. A partir daí se investe em comunicação. Se nossa banda larga está atrasada uns nove anos em relação aos países desenvolvidos, o que dizer então da área rural”, lamenta o diretor de Service Providers da Cisco, Anderson André.

Está na lei

Mas, se há carência de infraestrutura no campo, regras é o que não faltam. A Portaria nº 431/2009, do Ministério das Comunicações, institui um Programa Nacional de Telecomunicações Rurais que, entre outras medidas, torna prioritário o atendimento a propriedades rurais e a disponibilização de serviços de comunicação gratuita a todas as escolas públicas rurais (100% até 2014). No Plano Geral de Atualização da Regulamentação (PGR) há um item (princípio III.6) que estabelece a regulamentação, pela Anatel, da oferta de serviços de telecom a preços módicos para essas áreas; um outro (IV.3) que define a criação e adequação de iniciativas para atendimento da população menos favorecida e residente em áreas rurais; e ações de curto prazo (V.4), que vencem este ano, e que propõem a revisão dos contratos de concessão para atendimento das áreas rurais fora da Área de Tarifa Básica (ATB), item que se encontra em elaboração pela Superintendência de Serviços Públicos (SPB), da Anatel. A Portaria nº 178/2008 do Minicom determina à agência que devem ser tomadas ações que assegurem a ampliação do acesso à Internet em banda larga, além da ampliação do acesso aos serviços de telecomunicações em áreas rurais. Sem falar do Fust, previsto também para o financiamento das telecomunicações rurais. “A dificuldade é que o fundo só pode ser utilizado para serviços de telefonia, mas isso também está em processo de mudança”, informa o secretário Roberto Pinto Martins. Acontece que quem acompanha a interminável saga em torno da utilização dos recursos do Fust sabe que esse dinheiro na prática não existe, já que tem sido utilizado para ajudar o governo fechar as contas.

Business plan

Apesar da importância do fator regulatório, de acordo com especialistas, essas leis, portarias e planos, por si só, não garantirão a universalização das comunicações no ambiente rural, ainda mais em um mercado como o de telecomunicações. Para isso é preciso que a ‘conta feche’, que haja modelo de negócios viáveis ou, como a maioria gosta de dizer, ‘business plan’. “Não existe almoço grátis, os investidores das operadoras colocam dinheiro somente em negócios com retorno garantido”, diz André, da Cisco.

As próprias operadoras assumem isso e não escondem que levar serviços de telecom às áreas rurais é uma tarefa complicada, por uma série de motivos, como a complexidade do atendimento, a grande dispersão geográfica, áreas de difícil acesso, carência de mão-de-obra especializada, distribuição do poder aquisitivo e peso da carga tributária. Além disso, há pouca diversidade de fornecedores de tecnologia/equipamentos voltados para o atendimento rural e quase nenhuma estatística setorial de demanda.

O secretário Martins, do Minicom, admite que é preciso haver contrapartida do governo para “manter o modelo de negócios das teles em pé”, mas lembra que há também uma compensação social por parte das teles nos contratos de concessão das outorgas e licenças de serviços. “As teles levaram o filet mignon, agora têm que levar um pedaço do osso também”, diz ele, referindo-se ao segmento rural.

As operadoras rebatem e reivindicam a redução da carga tributária sobre os serviços, composta por PIS, COFINS, Fust e Funttel e, principalmente, do ICMS. “A tributação inviabiliza o processo, pois reduz a margem do prestador de serviço e propicia um custo muito alto para o usuário na ponta”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, Eduardo Neger.

Na maioria dos estados, o ICMS cobrado sobre os serviços de telefonia fixa e móvel é de 25%. Em estados como Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Paraíba e Rondônia a alíquota varia de 30% a 35%. “Com um imposto alto assim fica complicado. A instalação de cada estação radiobase (ERB) no campo pode custar até R$ 500 mil para a operadora, ou seja, ela não vai instalar essa infraestrutura onde não for possível rentabilizar o investimento”, acrescenta Neger.

Renúncia fiscal

Em um setor complexo e de baixa atratividade como o rural, alguns especialistas, como o diretor da Cisco, defendem a renúncia fiscal, medida que suspende a cobrança de impostos sobre serviços e produtos de

um determinado setor. No Brasil isso já acontece na área cultural e, mais recentemente, beneficiou as empresas que trabalharão na construção, ampliação e reforma dos estádios de futebol da Copa do Mundo de 2014. Essas construtoras deixarão de recolher R$ 350 milhões nos próximos quatro anos, entre PIS/COFINS, IPI e imposto de importação nos bens adquiridos para os estádios da Copa.

Segundo Anderson André, no setor de telecomunicações há uma série de medidas inteligentes que podem ser tomadas, nas quais todas as parte envolvidas ganham. “O governo pode muito bem substituir uma parte dos impostos que recolhe em uma grande cidade pelo investimento de uma operadora em alguma determinada região rural”, exemplifica. Já Eduardo Negerdestaca a iniciativa do governo australiano que, para universalizar o acesso das comunicações nas regiões rurais do país, estabeleceu um valor máximo mensal para o custo dos serviços. “Se a tele não conseguir oferecer o produto por esse preço não há problema, pois o governo local banca a diferença”, explica.

O secretário Roberto Pinto Martins lembra que a Anatel está preparando um estudo de viabilidade econômica de prestação de serviços de telecomunicações no segmento rural. Vale lembrar que o novo Plano Geral de Metas de Universalização, que valerá para o período de 2011 a 2015 (PGMU III), prevê o atendimento rural, mas as metas ainda estão para ser definidas. Além disso, o Plano Nacional de Banda Larga, segundo Martins, contribuirá para a viabilização dos negócios das prestadoras de serviços, sejam elas STFC, SMP ou SCM, nas áreas mais distantes por meio do backbone e do backhaul da Telebrás.

Demanda reprimida

O que para alguns pode representar um problema, para outros é visto como oportunidade. Isso fica bem claro no segmento rural, que conta com aproximadamente 32 milhões de habitantes (16% da população brasileira) distribuídos em 8,4 milhões de domicílios e representa 23% do PIB do país. Mesmo assim, segundo dados do Pnad 2008, somente 2% têm acesso à Internet (6% segundo o Nic.br). E é aí que se encontra a oportunidade, pois estudo realizado no ano passado pelo Nic.br sobre o “Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no Brasil” aponta que 50% dos domicílios da zona rural só não têm Internet por falta de disponibilidade, enquanto 35% não assinaram o serviço por conta do custo elevado. De acordo com o mesmo levantamento, 71% dos domicílios teriam acesso à web de maior velocidade se houvesse a oferta, e 41% também o fariam se houvesse disponibilidade de outra rede na área, o que comprova que na região rural há grande demanda reprimida por serviços de telecomunicações.

Para a surpresa de muita gente, uma das conclusões do estudo é a de que um domicílio rural possui um gasto médio mensal no mínimo igual ao do urbano na telefonia fixa, enquanto na telefonia móvel o gasto médio, em todas as classes de renda, apresenta reduzida variação em relação às residências urbanas. “Há um mercado no campo que, se fosse bem explorado, geraria grandes receitas. Além do mais, o cliente rural é bom pagador, quase não apresenta problemas com inadimplência”, diz Eduardo Neger.

Há, de acordo com o Pnad 2008, 51% de moradores nas áreas rurais que recebem mensalmente de um a três salários mínimos e outros 20% que ganham de três a dez salários mínimos por mês, ou seja, um grande contingente com possibilidade financeira de assinar serviços de telecomunicações. “Nossas estimativas prevêem um crescimento mínimo da ordem de 20% ao ano. A internacionalização do agronegócio e a adoção de práticas sustentáveis e rastreabilidade são fatores que impulsionam a adoção das TICs nos empreendimentos rurais”, conclui.

Tecnologia

No Brasil existem diversas tecnologias capazes de ampliar o acesso às comunicações nas áreas mais remotas do país, como o satélite, porém quando o assunto telecomunicações rurais entra em pauta, é inevitável falar sobre o CDMA450, padrão CDMA2000 utilizado na faixa de 450 MHz. A tecnologia foi eleita pela Anatel a melhor alternativa para levar os serviços de comunicação para a área rural. O principal trunfo do CDMA 450 é ‘iluminar’ uma área de 50 a 60 quilômetros com uma única ERB, enquanto a tecnologia GSM 800 MHz precisaria de três torres para cobrir o mesmo espaço; a GSM 1.800/1.900 MHz, 12 ERBs; e a faixa de 2.100 MHz, 16. Além disso, segundo informação da agência, há outras experiências internacionais bem sucedidas, como a do México, que buscam atender as áreas mais remotas com a faixa de 450 MHz, e o custo do terminal pode ser beneficiado com a escala da tecnologia, presente em mais de 75 países e 125 operadoras e utilizada por 120 milhões de assinantes. Outra vantagem é o fato de ser a única entre as concorrentes capaz de evoluir para o 1xEVDO e atender à exigência da Anatel de destinar subfaixas em caráter primário e secundário, dependendo do serviço prestado. Não à toa, foi estabelecida pelo governo a Proposta de Regulamento sobre Canalização e Condições de Uso da Radiofrequência na Faixa de 450 MHz a 470 MHz, submetida a consulta pública em meados do ano passado e que aguarda agora deliberação do Conselho Diretor da Anatel. O regulamento destina as subfaixas de radiofrequência de 451-458 MHz e 461-468 MHz ao STFC, SMP e SCM em caráter primário e sem exclusividade. O documento enfatiza que o uso das referidas subfaixas deverá ser para o provimento de acesso aos serviços de telefonia e dados, preferencialmente.

Um dos principais problemas, e o que mais preocupa o Minicom e a Anatel, é a limpeza do espectro, que atualmente é utilizado por mais de 2,5 mil entidades, como Polícia Federal e Petrobrás. “Hoje as teles não podem usar os 450 MHz pois a faixa não está disponível”, reclama o secretário do Minicom. Também não está claro como será a política de licenciamento destas faixas, mas a Anatel tem dado a entender que as concessionárias de telefonia que tiverem metas a cumprir em regiões rurais poderão utilizá-las sem ônus. No entanto, as próprias empresas desconfiam, e só apostarão nisso quando houver clareza das regras.

Banda Ka

Com a carência de redes de telecomunicações no segmento rural, a cobertura via satélite se consolidou ao longo do tempo na maioria desses lugares como a única opção de acesso a telefonia, Internet e TV. O custo do link satelital, no entanto, nunca foi dos mais baixos. “Um plano de 128 kbps custa em média R$ 500 por mês, com franquia de 1 Gb”, diz o presidente da Abrater.

No entanto, para Rafael Guimarães, diretor de marketing da Hughes Brasil, empresa de comunicação satelital, uma tecnologia deve causar uma revolução nessa área dentro dos próximos três anos: trata-se da banda Ka, link satelital de alta frequência que permite a utilização de um equipamento mais compacto na casa do usuário. “As antenas de recepção terão dimensões muito menores do que as atuais, não só por conta do uso de frequências mais elevadas, mas também devido ao acréscimo de potência introduzido pelo satélite Ka”, explica. Em geral, essa tecnologia possui capacidade de operação de 70 Gbps, capaz de servir um milhão de usuários. “Esta solução de alta frequência traz uma série de benefícios técnicos que faz com que o custo do Mbps fique 100 vezes menor”. A tecnologia deve estar disponível no Brasil daqui a três anos, tempo de encomenda, fabricação e lançamento do satélite Ka. “Temos cerca de 550 mil assinantes de banda Ka no mundo. Nos Estados Unidos, já é uma realidade e a tendência é que, em longo prazo, se consolide como a maior comunicação satelital do mundo”, diz. Por isso, Guimarães acredita que o sucesso de um plano de universalização de comunicações no Brasil depende das soluções via satélite. “Não é possível enxergar o PNBL sem o uso maciço de satélite”, diz.

Daniel Machado

Lançamento do Amplificador Celular na Futurecom 2010

postado em 24 de jan de 2012 18:33 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:06 atualizado‎(s)‎ ]



O presidente da Neger Telecom, Eduardo Neger fala no programa Fernando Carvalho sobre o lançamento do amplificador de sinal celular e do site cobertura celular.

Amplificador de sinal para celular mais barato e compacto é exibido na Futurecom

postado em 24 de jan de 2012 18:28 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:05 atualizado‎(s)‎ ]


Pesquisadores apresentam equipamentos de baixo custo que ampliam a cobertura das redes celulares GSM e 3G, possibilitando sua operação em locais com sinal fraco, áreas rurais e regiões remotas

27 de Outubro de 2010 | 18:57h
A Neger Telecom apresentou no Futurecom 2010, em São Paulo, seu novo sistema Amplificador de Sinal Celular. O produto aumenta o nível de sinal das operadoras celulares GSM e 3G possibilitando a utilização de serviços de voz, dados e acesso à Internet em áreas internas onde a cobertura é fraca ou deficiente.

Segundo o Diretor de Engenharia da empresa, Eduardo Neger, os grandes diferenciais de inovação do produto estão em sua forma compacta e baixo custo - por volta de 1500 reais. "As antenas diretivas de alto desempenho utilizadas no sistema são compactas o bastante para permitir seu envio para qualquer lugar do país pelos Correios", afirma.

Outro diferencial é a facilidade de instalação. Não há necessidade de um técnico especializado para instalar o equipamento, que se ajusta automaticamente para cada condição de operação.

Outra inovação é um sistema que localiza as torres das operadoras celulares. A empresa ainda desenvolveu um sistema que localiza as torres das operadoras celulares mais próximas em qualquer lugar do Brasil, auxiliando assim a instalação e o posicionamento das antenas. O acesso é gratuito através do site www.coberturacelular.com.br.

"Decidimos liberar o acesso gratuito ao site para que as pessoas possam conhecer melhor as redes celulares em suas cidades. O elevado número de acessos ao serviço tem demonstrado que o interesse pelo assunto é bastante grande, não só para técnicos da área, mas para o público em geral", informa Eduardo Neger.

Esta linha de produtos foi resultado dos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa apoiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia através da FINEP. Ao todo foram investidos mais de 2 milhões de reais no projeto. A solução foi submetida a testes nos laboratórios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e homologada pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações). Inicialmente planejado apenas para áreas rurais e regiões remotas da Amazônia, a demanda por este tipo de aplicação em áreas urbanas surpreendeu a empresa. "Existem ainda muitos locais nas cidades com deficiência na cobertura celular. Isso ocorre devido ao relevo ou obstáculos construtivos, como por exemplo, próximo a grandes edifícios e shopping centers", explica Eduardo.

Bloqueadores de satélite são pesadelo para transportadoras

postado em 24 de jan de 2012 18:17 por Eduardo Neger ‎[NEGER® Telecom]‎   [ 24 de jan de 2012 20:05 atualizado‎(s)‎ ]


Redação do TVB Notícias Campinas - 05/07/2010 - 20h05


Os aparelhos inutilizam as funções dos rastreadores instalados nos veículos

 
 
Os bloqueadores de satélite são equipamentos com venda restrita. A produção no Brasil é feita por apenas 3 empresas que sofrem um rigoroso controle da Anatel. Esses equipamentos só podem ser utilizados em áreas de segurança como prisões, delegacias e para fins militares.

No entanto, os equipamentos caíram nas mãos dos assaltantes de roubam cargas de caminhões. A situação torna mais difícil o trabalho da polícia e, principalmente, das transportadoras. O gasto com segurança chega a 18% do faturamento dessas empresas. Confira essa discussão na reportagem de Aline Ortolan.

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